sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Filme Bezerra de Menezes

Sábado, dia 15 de Novembro, às 18 hrs no Centro Espírita Semente
Cristã, o filme Bezerra de Menezes será
exibido!

Contamos com sua presença!

Rua Bolívia, Q25 - C10 - Jardim Nova América

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

III Encontro Fraterno Auta de Souza

Tema Central:
"O Evangelho na Atualidade"
8 e 9 de novembro de 2008, local: CAIC
Parnaíba- Piauí

Temas específicos(cursos):
- Campanha Auta de Souza e Posto de Assistência;
- Mediunidade;
- Compreendendo a Dor Humana;
- Evangelização Infantil

Realização: Centro Espírita Chico Xavier

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

SINTONIA DA PRECE

Mergulho na intimidade.
Do exterior me retiro.
Da superfície nada levo.
Desapareço de tudo e de todos.
Internalizo meus pensamentos.
Despeço-me das sensações materiais.
Adentro no mundo sutil.


De repente, o escuro dos meus olhos cerrados
transmuta-se em luz especial,
clara, resplandecente,
e de efeito sensorial.
Luz que não apenas incita a visão,
também repercute no emocional.
Desperta virtudes sublimadas,
aciona o belo não vivido,
a paz desconhecida,
a serenidade adormecida.


Momento mágico,
estado adimensional.
Não há aperto no coração.
A liberdade é total.
Morre o grosseiro, o bruto.
Nasce a natureza sentimental,
com o cântico dos serafins,
o perfume inebriante de extática essência,
a beleza de contemplação inolvidável.


E minha voz ecoa muda,
em diálogo telepático,
de inefável brandura.
Converso com Deus em sensações,
que me abastecem, renovam e fortalecem.
Cresce minha luz pequena com a fagulha da Grande Luz.

Estou em prece.

Graças a Deus!



Desconheço o autor.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Filme E SE FOSSE VERDADE.


Sábado, dia 13 de setembro, a Mocidade Semente de Luz
se reunirá para assistir ao filme E SE FOSSE VERDADE,
às 16 hrs, no Centro Espírita Semente Cristã.
Rua Bolívia, Q25 – C 10 – Bairro Nova América
Parnaíba- PI

Venha você também! Será
muito bem vindo!!!

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Site Cultura da Paz

Inspirado na Campanha da Federação Espírita Brasileira- FEB,
intitulada "Construamos a Paz, Promovendo o Bem", Clésio
Tapety contruiu o site www.culturadapaz.com , com materias
que abordam os temas Paz, Cultura da Paz, e Não-Violência.
A intenção é contribuir através de textos, músicas,
quadrinhos, vídeos, dicas de sites, filmes e livros para
a transição de uma cultura violência para uma cultura da
paz.

Clésio Tapety

domingo, 17 de agosto de 2008

Entrevista Divaldo Pereira Franco











Como o senhor define o namoro e qual a sua real finalidade?
DPF – O namoro é a oportunidade de aproximação das pessoas que têm simpatia entre si, para que se auto-descubram, abrindo espaços para compromissos mais graves que são o pórtico do futuro relacionamento conjugal.


Que conselho o senhor daria ao jovem que pretende casar-se?
DPF – Que acima de tudo realize uma auto-reflexão, para ver quais são as suas possibilidades de tolerar o parceiro, afim de que a decisão precipitada não resulte na tomada de uma nova decisão, que será igualmente imatura.
A psicologia, estabelece que a maior dificuldade do relacionamento jovem, quando este busca o matrimônio e de qualquer adulto, é a concessão de espaço. O espaço que todo indivíduo tem quando é solteiro, isto é, a liberdade de movimentos, a área na qual vive, a disposição das atividades e interesses a que se acostuma, quando vem o compromisso matrimonial e tem que reparti-lo, a princípio sob o estímulo dos valores do desejo, faz a concessão, porém, mais tardem o hábito que nele está arraigado, começa a gerar atritos que se transformam normalmente em atitudes de agressividade redundando em separação. Então é necessário que o indivíduo masculino ou feminino considere que, a partir da sua união conjugal, ele é metade, que marcha na busca de outra metade, para que se complemente numa vivência inteira.


O casamento é uma realização sexual?
DPF – O casamento é a busca de alguém para uma vida que se deve caracterizar pelo entendimento e pela realização para que eleja os parceiros respectivos. Nietszche, o pensador Alemão, costumava dizer que, o que mantém o casamento, não é o sexo, que ele chamava amor, mas a amizade, que é o respeito recíproco que deve existir entre as criaturas, o diálogo que sustente a ternura entre ambos e a necessidade natural de uma complementação de um no outro, pela maneira de viver e inter-relacionar-se.


Divaldo, nunca se buscou tanto sexo como na atualidade. São jovens na constante troca de parceiros e são os casais na infidelidade conjugal. Perguntamos: O ser humano necessita tanto assim de amor? O sexo é realmente amor?
DPF – Não, o sexo é um fenômeno biológico de atração magnética, porque os animais o praticam e não se amam. O amor é um sentimento, o sexo é um veículo de sensações. Quando irrigado pelas superiores emoções do amor ele luariza a alma e sem o condimento santificante desta emoção ele atormenta o ser.
Não creio que jovens sejam responsáveis por isto, mas sobretudo muitos adultos e muitos idosos que mantiveram o conceito sexual enganoso e o envolveram na indumentária do pecado, aqueles que pertencem ainda hoje, a mentalidade Vitoriana, em que o erro é o povo tomar conhecimento e não praticar às ocultas.
Todo fenômeno de revolução passa por um ápice, para depois chegar à normalidade. Ocorre que as grandes indústrias do sexo, a grande mídia, estimula as sensações mais primitivas para poder vender prazer em detrimento de conduzir as expressões superiores da vida. Mas é natural, em dias que não estão distantes, o homem saturado das sensações, buscará encontra-se consigo, através das emoções superiores, nas quais o sexo tem um papel importante a desempenhar: a permuta de hormônios e o equilíbrio da vida.


Os desajustados sexuais têm seus desequilíbrios nos órgãos do sexo?
DPF – De maneira nenhuma. Os órgãos respondem aos implementos do psiquismo. Sucede que nós colocamos o sexo na cabeça ao invés de impor à cabeça como comandante do sexo. Nas áreas das patologias sexuais e dos distúrbios de comportamento, de conduta, o sexo reflete o estado do espírito que habita o corpo que se atormenta. A terapêutica deve vir de dentro para fora, pela renovação moral do indivíduo e a superação constritora da paixão.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Podas

Quando eu era criança, encontrei, um dia, um jardineiro, com uma tesoura enorme na mão.
Fiquei revoltado quando vi que ele, com a sua tesoura, começou a cortar os galhos mais tenros de todas as plantas. Reclamei, agarrei-o pelo braço.
Ele sorriu e pediu-me que, depois de um mês, eu voltasse a ver o resultado do que tinha feito.
E, de fato, um mês depois todas as plantas estavam ainda mais belas e cheias de vida.
Foi assim que aprendi o segredo das podas.
Quando li, no Evangelho, que o Criador e Pai poda justamente os galhos que dão frutos, entendi, aceitei, porque eu já sabia o efeito da poda.
Por que todos nós temos a tentação de imaginar que os sofrimentos que nos chegam são castigos de Deus?
Por que não pensar que Deus permite sofrimentos físicos e morais, como o agricultor que poda suas árvores, para que dêem mais fruto ainda.
Por mais que o sofrimento nos desnorteie; por mais que certos sofrimentos pareçam absurdos e revoltantes, agarremo-nos a estas duas certezas, como quem se agarra a dois cabos de aço: Deus existe e Deus é Pai.